
Jesus Cristo é nosso maior exemplo. Ele estava cercado por multidões e falou a milhares,mas sempre Se preocupou com as pessoas individualmente.
“Porque o Filho do homem veio salvar o que se tinha perdido”, disse Ele (ver Mateus 18:11). “Que homem dentre vós, tendo cem ovelhas, e perdendo uma delas, não deixa no deserto as noventa e nove, e não vai após a perdida até que venha a achá-la?” (ver Lucas 15:4)
Esse ensinamento se aplica a todos os que O seguem. Recebemos o mandamento de buscar os que se perderam. Temos de ser guardiões de nosso irmão. Não podemos negligenciar esse encargo que recebemos do Salvador. Precisamos nos preocupar com a ovelha perdida.
Hoje, gostaria de falar sobre aqueles que se perderam — alguns por serem diferentes, alguns por estarem cansados e alguns por se desviarem do caminho.
Alguns estão perdidos por serem diferentes. Eles sentem que não fazem parte do grupo. Talvez por serem diferentes, eles sempre se afastam do redil. Eles podem ser diferentes dos que estão a seu redor na aparência ou no modo de agir, pensar e falar, e às vezes isso os faz sentir que não fazem parte do grupo. Concluem que não são necessários.
Vinculada a essa falsa percepção está a crença errônea de que todos os membros da Igreja devem parecer, falar e agir de modo semelhante. O Senhor não povoou a Terra com uma vibrante orquestra de personalidades para apenas valorizar os flautins do mundo. Todo instrumento é precioso e contribui para a complexa beleza da sinfonia. Todos os filhos do Pai Celestial são diferentes entre si em algum aspecto, mas cada um tem seu belo som que acrescenta significado e beleza ao todo.
Vamos trazer o filhos amados do Pai Celestial de volta!