
Embora pareça comportar-se como um estimulante da actividade cerebral, a verdade é que reduz a taxa de oxigenação ao nível dos neurónios (por isso, designadamente, em caso de síncope, é de todo contraproducente recorrer-lhe). Também favorece o surgimento da flacidez muscular e conduz a um envelhecimento precoce; conco-mitantemente, é-lhe associada a acentuação de casos de presbiopia (deficiente visão “ao perto”), mais comum na idade madura. Desidrata a pele e favorece o aparecimento de manchas de pigmentação, cor de cobre (devido, precisamente, ao alto teor de cobre que contém, e de que o organismo, acumulando-o, não consegue desen-vencilhar-se com facilidade).
É um temível hipertensor, como é sobejamente conhecido, e tão pouco é simpático para os propensos à diabetes.
Na verdade, o café provoca uma maior secreção de ácido clorídico, causando irritações de menor, maior ou mesmo muito grande monta nas mucosas. É, pois, um inimigo tenaz do estômago, do esófago (causando aquela cada vez mais comum e desagradável afecção ácida designada por “refluxo esofágico”, que chega a invadir a faringe.), do pâncreas, do fígado e da vesícula biliar, dos intestinos (quanto a estes, é uma autêntica “bomba” a produzir fermentações). É, igualmente, um implacável fomentador de colites e ulcerações.
Como é um acidificante do sangue, propicia o surgimento de alguns tipos de leucorreias e outras afecções do foro genito-urinário como, por exemplo, cistites, colibaciloses e variados acessos fúngicos (estes, não apenas genitais).
Por fim, se o amigo leitor é propenso a cãibras, desista - de vez - deste seu cruel inimigo! Decerto, já lhe chegam as doenças que podem por aí vir à sua (dele!) conta… e aquelas, imaginárias, que, só por ler este artigo, já o estão a fazer mexer repetidamente na cadeira! Desculpe qualquer coisinha, e este meu mau humor de hoje!
E tem mais malefícios, viu!!!
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